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250370-492353-ch3-2090-jpg.jpegLayout da pista com a “Eau Rouge brasileira” e nova curva 0 baixa em até 6 segundos as marcas da categoria em Mogi Guaçu

As corridas da segunda etapa da temporada 2015 da Porsche GT3 Cup Challenge serão disputadas neste sábado com o novo layout do autódromo do Velo Città, cujo principal destaque é a “Eau Rouge brasileira”. A pista de Mogi Guaçu recebeu uma nova alternativa de traçado, com um S de alta substituindo a antiga freada da curva 3. O desenho da curva, aliado ao fato de terminar em aclive, remete à mítica “Eau Rouge”, do circuito belga de Spa Francorchamps -um dos trechos mais míticos do calendário da F1. Nesta quinta, com a realização da clínica de pilotagem e dos treinos opcionais, os pilotos da categoria já puderam acelerar seus Porsches no novo traçado. Os tempos estabelecidos pelos pilotos consultores da categoria desde o shakedown de quarta indicam a queda de até 6 segundos no tempo de volta, no comparativo com a última passagem da categoria pelo moderno circuito do interior paulista, em outubro de 2014. “É uma curva muito rápida e com pouca visibilidade no fim. Como ela é em subida, você tem pontos cegos e realmente sente no corpo a diferença na elevação do terreno. É uma curva muito gostosa de fazer e muito desafiadora”, observou o bicampeão da Cup, Ricardo Baptista. O piloto do carro #27 destacou também a reforma da curva 0, cujo novo traçado permite antecipar a aceleração para a reta principal. “Os carros começam a ganhar a velocidade bastante tempo antes e a tendência é chegar mais rápido no final da reta.” Quarto colocado no campeonato, Ricardo Baptista diz que a alta temperatura nesta quinta e o fato de ter tido o contato inicial com o novo layout da pista não possibilitou ainda um ajuste diferente do tradicionalmente usado em Mogi Guaçu. “A tendência é que permita mudar um pouco o acerto, mas precisamos andar um pouco mais para ter certeza.” Piloto consultor da Porsche GT3 Cup Challenge e campeão da Stock Car em 2008, Max Wilson argumenta que o fato de a pista ter ficado mais rápida não necessariamente implica em mais pontos de ultrapassagem. “Na verdade a reta do box mais longa aumenta a chance de ultrapassagem. Porém o circuito antigo tinha uma freada forte antes da curva 3, que agora não existe mais com a adoção do S. Então na média acho que temos menos pontos de ultrapassagem que anteriormente”, pontuou Max, para quem a categoria ganha muito, agora que tem duas opções de layout à disposição para competir no Velo Città. “Eu particularmente gosto também do circuito anterior. Agora é mais legal ainda porque tem duas opções de traçado. Mais ainda: é muito bacana ter uma pista dentro de um cenário como este, numa fazenda. Já esse S novo, a ‘Eau Rouge brasileira’ é bastante desafiador. É uma curva rápida e cega, em que os pilotos precisam tomar bastante cuidado pois não dá para ver a saída. É uma curva gostosa de fazer. A curva da vitória também ficou muito mais rápida que a anterior.” Marcello Sarcinella, piloto do carro #12 da classe Challenge, também aprovou a nova configuração do Velo Città. “A pista ficou muito menos travada, e os pilotos obviamente terão que ficar mais atentos. A imitação da Eau Rouge ficou bárbara e certamente ganhamos tempo. Ficou muito rápido aquele trecho, e quando chega na freada do cotovelo, se não estiver atento, o carro vai embora. Então faz o coração bater mais forte”, falou Sarcinella, que fez ainda uma ressalva: “Não experimentei com chuva e espero não ter que experimentar também”.

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